Turismo

Vapor Benjamin Guimarães: a história de Minas que ainda navega pelo Velho Chico.

Há histórias de Minas que parecem ter saído de um livro. E uma delas ainda navega pelas águas do Rio São Francisco.

Vapor Benjamin Guimarães: a história de Minas que ainda navega pelo Velho Chico.

Há histórias de Minas que parecem ter saído de um livro. E uma delas ainda navega pelas águas do Rio São Francisco.

O Vapor Benjamin Guimarães, construído em 1913, é um dos grandes símbolos da história fluvial mineira. Durante décadas, percorreu o Velho Chico levando pessoas, mercadorias e histórias por diferentes cidades ribeirinhas.

Foto: Fadbrício da Silva / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Hoje, em Pirapora, o vapor representa muito mais do que uma embarcação antiga. É memória viva, patrimônio e um lembrete da importância que o São Francisco teve para o desenvolvimento de Minas.

Foto: Fadbrício da Silva / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Depois de anos fora da água em condições regulares, a reinauguração veio em 1º de junho de 2025, no aniversário de 113 anos de Pirapora. A última navegação citada nas reportagens foi em 2013, durante as gravações da novela Velho Chico.

Em 2026, a Emutur e a Prefeitura retomaram a visitação a partir de 1º de abril. O público geral pode conhecer o vapor às quintas, sextas e sábados, às 10h e às 15h, e aos domingos às 10h. Escolas e instituições têm horário às terças e quintas, também às 10h e às 15h. O cadastro e a autorização saem no CAT, Quiosque 3, na Avenida Salmeron. O CAT funciona de terça a sábado, das 8h às 18h, e aos domingos e feriados das 8h às 12h. O telefone é (38) 3741-2366.

Mesmo reinaugurado, o vapor ainda não navegava naquele momento, por volume do rio e por segurança; a cerimônia aconteceu com o barco ancorado. Ainda assim, visitar o Benjamim Guimarães é um jeito concreto de olhar o São Francisco de perto e sentir a história que Pirapora guarda nas margens.

Foto: Nilton A. Figueira / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Foto: Josue Marinho / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Se você estiver na cidade, vale o passo até o CAT e o encontro com esse gigante de ferro e madeira.

Fontes