Gastronomia
Sabores que carregam o nome de Minas.
Queijos, cachaça, café, indicação de origem e o modo de fazer mineiro.
Gastronomia
Taiobeiras, a cidade que tem uma folha no nome e um pequi na festa
No Norte de Minas, a taioba virou bolinho, charuto e chips, e a comunidade de Lagoa Grande comemora há 31 anos a colheita do pequi. Uma volta pela mesa taiobeirense.
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A farinha de Morro Alto, em Bocaiúva, tão famosa que até ganhou imitação
Feita do jeito antigo, com a goma preservada na massa, a farinha de mandioca da comunidade de Morro Alto ganhou tanta fama que virou alvo de imitação. Agora os agricultores se juntam em cooperativa para cuidar do próprio nome.
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Do quintal para a merenda: as polpas de umbu e jenipapo dos quilombolas de Ubaí
Na comunidade de Gerais Velho, a fruta que caía no chão virou polpa com selo federal e foi parar no lanche das escolas. Uma história de quintal, paciência e muita vontade de crescer.
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Tina Pequitina, a professora de Januária que fez do pequi uma farofa famosa
Ela catava pequi em bacia no rancho da família, perdeu a voz da sala de aula e achou no fogão um jeito novo de viver do Cerrado. Hoje a farofa que leva o apelido dela roda o Brasil.
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Montes Claros à mesa: sabores que revelam a alma do Norte de Minas
Se existe uma maneira deliciosa de conhecer Montes Claros, ela começa pela mesa — pequi, carne de sol, requeijão moreno e sabores do Cerrado que revelam a alma do Norte de Minas.
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Porteirinha e o queijo que ganhou o país
Em Porteirinha, o queijo e o requeijão artesanal ganharam o Brasil em medalhas.
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Mel de aroeira do Norte de Minas: o sabor escuro que virou Denominação de Origem
No Norte de Minas, o mel de aroeira — escuro, marcante e com Denominação de Origem — é paisagem engarrafada e orgulho do sertão.
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